Objetivo

Trabalhar as questões relativas à determinação da capacidade produtiva e do uso do OEE como indicador de produtividade capaz de auxiliar na gestão da capacidade. Trabalhar o conceito de gargalos, identificar sua relação com a capacidade produtiva e as formas de gerenciamento dos mesmos sob a ótica da Teoria das Restrições (TOC). Apresentar ações para aumento da capacidade produtiva através da gestão dos gargalos.

Público-alvo

Gerentes, supervisores e demais profissionais envolvidos nas atividades de planejamento e gerenciamento da capacidade produtiva, seja diretamente na produção, PCP, logística ou demais áreas afins.

Programa

1 - Módulo I
1.1 - Capacidade produtiva conceitos básicos e indicadores;
1.2 - Carga Máquina e Carga de Mão de obra e a gestão da capacidade produtiva;
1.3 - A importância estratégica da gestão da capacidade produtiva;
1.4 - Classificação e estratégias dos sistemas produtivos e a gestão da capacidade produtiva;
1.5 - Planejamento, programação e controle da capacidade produtiva;
1.6 - Planejamento estratégico da produção, gestão da capacidade e valor agregado;
1.7 - O plano de produção de longo prazo e a gestão da capacidade produtiva.

2 - Módulo II
2.1 - O plano mestre de produção (médio prazo) e a gestão da capacidade produtiva;
2.2 - A programação da produção (curto prazo) e a gestão da capacidade produtiva;
2.3 - O controle da produção (curto prazo) e a gestão da capacidade produtiva;
2.4 - OEE – índice global de eficiência e a gestão da capacidade produtiva;
2.5 - Os ladrões de capacidade dos sistemas produtivos;
2.6 - Os sistemas de produção baseados no MRP II e a gestão da capacidade produtiva.

3 - Módulo III
3.1 - Sistemas de produção baseados na filosofia da Teoria das Restrições (TOC);
3.2 - O gerenciamento da capacidade na filosofia da Teoria das Restrições (TOC);
3.3 - As medidas operacionais globais da TOC (contabilidade dos ganhos);
3.4 - Gerenciando a capacidade de gargalos e não gargalos;
3.5 - O Processo Decisório do OPT;
3.6 - As Nove Regras da Teoria das Restrições;
3.7 - Decisões de Investimento em gargalos e não gargalos.

4 - Módulo IV
4.1 - Sistemas de produção baseados na filosofia do Sistema Toyota de Produção (STP ou TPS);
4.2 - Os sete desperdícios do STP e o gerenciamento efetivo da capacidade produtiva;
4.3 - Ferramentas STP: 5 “S” e MIASP (MASP) – Método de Identificação, Análise e Solução de Problemas;
4.4 - Ferramentas STP: Células de Manufatura e TPM – Manutenção Produtiva Total;
4.5 - Ferramentas STP: TQC – Controle da Qualidade Total;
4.6 - Ferramentas STP: Kaizen;
4.7 - Ferramentas STP: Kanban;
4.8 - Ferramentas STP: TRF (SMED) – Troca Rápida de Ferramentas.

Alguns de nossos clientes

Anglo American, Banco do Brasil, BH Trans, Cemig, CIBRASA, Codeme, Comau, Concremat, Construtora Barbosa Mello, Construtora Norberto Odebrecht, Copasa, CSN,Diefra Engenharia, Embrapa, Ferrovia Centro Atlântica, FIAT, Fidens, Enesa Engenharia, Fidens Engenharia, Gerdau Açominas, Globo, HMB Tecnologia, Infraero, Itatiaia Móveis, Iveco, Kinross, LA Falcão, Lafarge, Leme Engenharia, Locamerica, Magnesita, Magneti Marelli, MGS, Mineração Apoena, Mineração Rio do Norte, MIP Engenharia, Mitsubishi Motors, MMX Mineração, MPMG, MRS, National Oilwell Varco do Brasil, Orteng, Petrobrás, Petronas,Prefeitura Municipal de Juiz de Fora,PSO Engenharia, Real Estruturas, Reta Engenharia, RIMA, Santa Rita Transportes, SEI Consultoria de Projetos, Sec. de Estado de Planejamento, Siemens, Sky, Stefanini, Sodexo, Sotreq, Tecnometal, Telemar, Tetra Tech, TJMG, Thyssenkrupp Metalúrgica, Toshiba, Tractebel, Unimed, Usiminas, Usinas Siderúrgicas de MG, Vallourec & Sumitomo, Viação Presidente, Vivo, Votorantim, Walmart, White Martins.